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Era uma vez uma família perfeita… – A difícil missão de se ter um filho autista

No último dia 2 de abril foi celebrado o Dia Mundial da Conscientização do Autismo, evento promovido pela Organização das Nações Unidas (ONU) para encorajar os países a adotarem uma atitude de maior atenção com relação ao transtorno do espectro autista (nome oficial do autismo). Um dos propósitos desta data é alertar governos e autoridades quanto à criação de políticas de saúde pública para o tratamento e diagnóstico do autismo, além de incentivar o subsídio para pesquisas na área e o combate ao preconceito.

O autismo é uma síndrome complexa e mais frequente do que se pensa. A ONU estima que, ao redor do planeta, haja mais de 70 milhões de pessoas com autismo. Só no Brasil, estima-se que existam cerca de 2 milhões de indivíduos autistas, o que corresponde a 1% dos brasileiros. São mais de 300 mil ocorrências apenas no Estado de São Paulo. Mas, afinal, o que é o autismo e como ele afeta a maneira com que esses indivíduos se comunicam e interagem? Como isso se desdobra nas famílias que têm filhos e outros integrantes autistas?

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A esquizofrenia pode estar relacionada a um ambiente omisso?

A esquizofrenia

A esquizofrenia é um transtorno mental com incidência ligeiramente frequente sobre a população mundial. Estima-se que, no mundo todo, uma a cada 100 pessoas seja esquizofrênica. Normalmente, a doença começa a se manifestar no final da adolescência, mas as primeiras crises podem também aparecer tardiamente, no início da fase adulta. Por tratar-se de uma patologia crônica,  o indivíduo acometido por esse transtorno precisará de tratamento por tempo indeterminado ao longo de sua vida.

Considerado um transtorno de alta gravidade, a esquizofrenia começou a ser melhor definida pela psiquiatria somente no final do século XIX. Ela, inclusive, chegou a ser confundida com algum tipo de demência, tendo sido nominada como “demência precoce” por sua característica de progressiva perda de capacidade intelectual tanto durante a juventude como na transição para a fase adulta.

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Pele: Lugar de sensações físicas e emocionais e, consequentemente, doenças psicossomáticas

Um olhar psicanalítico

A pele é o “envelope” do nosso corpo. É através dela que experimentamos o mundo e sentimos boa parte das sensações, sejam elas de origem física ou emocional. É por meio da pele que sentimos, por exemplo, o frio, o calor e a dor. O tato da pele nos permite experimentar texturas, sentir se algo está seco ou molhado, e assim por diante. Além de reagir a estímulos externos, é também na pele que vivenciamos certas emoções, como, por exemplo, um arrepio de medo ou de repulsão a determinadas situações que nos deixam literalmente “à flor da pele”.

Quando relacionada às emoções, “a pele forma (…) um canal de comunicação pré-verbal, no qual os sentimentos são expressos e podem ser experimentados e observados”. Contudo, sendo o maior órgão do organismo humano, a pele está mais associada ao sistema nervoso do que imaginamos. E essa relação é tão intrínseca a ponto de podermos “(…) supor que aquilo que acontece em um sistema [do corpo humano] pode reverberar no outro sistema, assim, aspectos emocionais podem influenciar as patologias na pele”.

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